Título:  A última carta de amor
Autor(a): Jojo Moyes
Lançamento: 2012
Editora: Intrinseca
Nota: 7/10
Formato: físico









Oi gente, tudo bom?

A resenha de hoje é do livro A última carta de amor, da autora Jojo Moyes.


Sinopse:

Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. De volta à casa com o marido, ela tenta, em vão, recuperar a memória de sua antiga vida. Por mais que todos à sua volta pareçam atenciosos e amáveis, Jennifer falta alguma coisa. É então que ela descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por “B”, e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com seu amante. Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas endereçadas a Jennifer durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalhava. Obcecada com a ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido — em parte porque ela mesma está envolvida com um homem casado —, Ellie começa a procurar “B”, sem desconfiar que, ao fazer isso, talvez encontre uma solução para os problemas do seu próprio relacionamento.

                                                                 *

Jojo é uma das minhas autoras favoritas desde que li Como eu era antes de você (clique aqui para ler a resenha que fiz do livro/filme) há alguns anos, mas diferente do que aconteceu com Lou e Will de Como eu era antes de você, ou por exemplo com a Liv e Sophie de A garota que você deixou para trás eu não senti uma ligação logo de cara com os personagens o que deixou a leitura arrastada e um pouco maçante.

A narrativa une presente e passado. O passado que aconteceu lá pela década de 60 tem como protagonista Jennifer que  assim como grande parte das mulheres daquela época era uma “esposa enfeite”, vista apenas como um rosto bonito e sem voz. Cujas as habilidades eram limitadas em ser a anfitriã e organizadora de grandes festas, combinar a maquiagem com a roupa e sorrir amigavelmente para os amigos. O presente, no entanto, mostra Ellie, uma jornalista dona de si envolvida com um homem casado.

Jennifer cansada de ser apenas um troféu para marido acaba conhecendo e se envolvendo com Boot. Um homem cheio de mistérios e que parece enxergá-la como realmente é.  

“ Saiba que você tem meu coração, minhas esperanças em suas mãos.
Seu B.”

Ellie apesar de tudo que sempre acreditou sobre si está namorando com um escritor casado que sequer tem a intenção de acabar com o casamento para ficar com ela.

Sua relação com ele é emocionante, instável e confusa e tira o foco de seu trabalho que costumava ser sua prioridade. Vendo seu emprego em jogo ela revira as velhas caixas do jornal que trabalha e encontra uma carta de amor. Enxergando nisso a chance de uma matéria e também de entender um pouco sobre o que sente Ellie inicia uma busca pelo remetente e destinatário.

“Se tudo o que nos é permitido são horas, minutos, quero ser capaz de gravar cada um deles na memória com perfeita clareza para poder recordá-los em momentos como este, quando minha alma está sombria.”


Como falei anteriormente a leitura por diversas vezes foi cansativa por intercalar passado e presente. Eram muitas informações e mudanças de cenários o que tornava um pouco difícil e confuso de acompanhar, mas A última carta de amor traz algumas reflexões importantes, tais como: traição, relacionamento abusivo e o limite entre felicidade própria e egoísmo, portanto sem dúvida é um livro que indico.

Beijos galácticos,
Tami.

Oi gente! Ando meio sumida por estar botando a matéria em dia, mas como diz o ditado quem é vivo sempre aparece não é mesmo?
Hoje vim enaltecer um blog. Então puxa uma cadeira e chega mais.



A dona do blog se chama Joanna, e é uma blogueira super amorzinho (tanto que me deu uma grande mãozinha aqui no blog <3).

Então se você tá procurando um blog que fale de livros/séries/e assuntos mistos e legais, tua procura acaba aqui, meu camarada. Entre contos e pontos é o que você procura.



Beijos galácticos,
Tami.




Ontem eu assisti a um dos seus filmes favoritos, e apesar de odiar ficção cientifica, chorei do inicio ao fim. Chorei quando Cooper disse adeus a Murphy, chorei quando ele tão fortemente prometeu voltar para casa mesmo sabendo que quando voltasse talvez sequer houvesse uma casa para voltar. Eu chorei porque não pela primeira vez percebi que as pessoas fazem promessas porque sabem que relações humanas são tão frágeis que podem acabar de uma hora para outra.
Senti raiva de você e do seu filme estúpido porque você nunca prometeu nada, só disse que se gostasse de mim de verdade seria o suficiente para te fazer voltar. E estou propositalmente evitando você desde então porque não sei que diabos isso significa.
Assistir interestelar me fez pensar sobre a imensidão do mundo, das pessoas e das coisas, e eu gostaria de acreditar que assim como Cooper nasci para fazer algo maior.
Você me disse que estar perto de mim te deixa mais sóbrio, e protegido e eu não entendi como a garota de 1,60 de altura que ainda tem medo de escuro e mal sabe o que fazer com si mesma pode ser capaz de mudar a vida de alguém dessa forma.
Faz quase um mês que comecei esse texto e ainda assim não consegui acabar. Eu apaguei e reescrevi pelo menos uma centena de palavras e nenhuma delas parecia se encaixar corretamente porque se existe uma coisa que aprendi com você é que é impossível ter total controle sobre algo, mesmo sobre algo tão frágil quanto às palavras. E tudo bem. Tudo bem porque ás vezes isso é tudo que precisamos para finalmente aceitar que o caos é algo bonito.
Nós somos bagunçados, mas nós somos belos a nossa maneira.

A imensidão me engole H. ela faz isso com você?

Parte minha inveja tua habilidade de ser alheio ao mundo, a outra apenas tenta entender como você consegue.

Você me perguntou uma vez porque nunca te mostrei as coisas que escrevo, e eu ergui a sobrancelha tentando soar indiferente. “Porque não”, respondi e desviei o assunto porque ser indiferente é tudo que não sei ser.
Meus textos são a parte mais honesta de mim e tenho medo do que cada palavra escrita nesse caderno surrado pode te revelar. Tenho medo que você leia tudo tão atentamente que entenda as minhas entrelinhas, e também tenho medo que você não seja capaz disso.


A imensidão me engole H., mas é do que sou feita. Ela também faz isso com você?

Oi gente, tudo bom?

Hoje vou falar um pouco sobre a autora nacional Andreia Evaristo e sua obras literárias.



Andreia é professora de português, inglês e literatura. Foi membro da extinta Confraria das Blogueiras – e escreve em blogs há mais de dez anos. Já fez de tudo um pouco nessa vida: dança, canto, desenho, pintura, teatro, contação de histórias...
Ama escrever – e desde muito cedo encantou-se com a ideia de transmitir sentimentos através da escrita quando, aos 11 anos, produziu dois livros infantis na escola, que receberam medalhas como os livros mais votados de uma mostra escolar cultural. Já participou de concursos literários, tendo sido contemplada em alguns deles. Há mais de dez anos, escreve em blogs (blogs esses que já trocaram de nome várias vezes). Atualmente, escreve crônicas para o jornal A Notícia aos sábados. Tem se dedicado à escrita de contos, crônicas e anda se arriscando nos romances de ficção. Coordena um grupo de escrita criativa em Joinville (SC), com o objetivo de incentivar a produção de literatura de qualidade. Em 2016, lançou Chiclete pra guardar pra depois (livro físico e ebook) e Allegra: antes do play (ebook). Atualmente, está publicando gratuitamente Em pele de cordeiro pelo Wattpad.

Suas redes sociais:

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Twitter:          www.twitter.com/qualquersentido
Email:             qualquersentido@gmail.com



                                                  Chiclete pra guardar pra depois

Sinopse: Chiclete pra Guardar pra Depois (Editora Areia, 117 pág., 2016) reúne 37 crônicas nas quais a autora reflete sobre amadurecimento e sobre o mundo contemporâneo. Em tom quase de confissão, é como se Andreia abrisse seu diário para o leitor e dialogasse com ele sobre as agruras de crescer – principalmente para as meninas." (Jornal A Notícia, 08/08/16)

Chiclete pra Guardar pra Depois é um livro de crônicas, de Andreia Evaristo. Escritora, professora, blogueira, a autora faz rir e emociona ao dialogar com o leitor sobre os mais diversos temas, da crise de idade e dos quilinhos a mais à morte e à violência sexual."

Este livro foi contemplado pela seleção do Edital de Apoio à Cultura do Sistema Municipal de Desenvolvimento pela Cultura (Simdec), da Fundação Municipal de Cultura de Joinville, em 2015.


Valor: R$15,00 + frete (livro físico) ou R$1,99 (ebook na Amazon – valor promocional por tempo indeterminado).


Allegra: antes do play


Sinopse: Allegra: antes do play é uma releitura contemporânea do conto de fadas Cinderela, no qual uma garota gorda, baixa e pin up trabalha para as duas filhas da madrasta, que são altas, lindas e magras, com quem vai acabar disputando o coração do “príncipe encantado” – um youtuber que Allegra ainda não sabe quem é.  Allegra é a prova de que há sempre um final feliz no fim da história, e que ninguém precisa mudar para conquistá-lo.

Gênero da Obra: Romance (young adult)

Links para compra:  www.bit.ly/allegraanteadoplay
 www.bit.ly/compreallegra 


Em pele de cordeiro


Sinopse: Narrada em dois pontos-de-vista (um no presente e outro nos anos 90), Em pele de cordeiro cruza os destinos de Louise Carmin, arquiteta, mãe, esposa e voluntária num centro de apoio a vítimas de estupro, e do enigmático e cobiçado engenheiro Aurélio Lobo. A cada capítulo, um mistério se desvela e as aparências caem por terra, provando que bem e mal podem ser faces da mesma moeda. 
Gênero da Obra: Romance (drama)



Por enquanto é só, espero que tenham gostado. 
Beijos galáctico, Tami.

Oi gente, tudo bom?
É quase humanamente impossível escolher apenas um livro favorito então tentei criar uma lista de todos os que mais amo e explicar o porquê de serem tão significativos e especiais (tentei e falhei porque precisei tirar alguns da lista caso contrário à lista ficaria do tamanho de um pergaminho).



Como eu era antes de você – Jojo Moyes
O primeiro deles se chama Como eu era antes de você. Sei que é o favorito de muita gente e desde que o filme estreou nos cinemas Louise Clark e Will Traynor ficou ainda mais conhecido. Eu li Como eu era antes de você há uns dois – quase três - anos atrás e fiquei apaixonada pela escrita da Jojo Moyes (aaaaaaaa mulher incrível).
O livro me causou um misto muito forte de emoções e me trouxe muitos aprendizados. Quando acabei de lê-lo senti que tinha levado um tapa na cara e confesso que não sabia ao certo o que fazer depois da última página. Me identifiquei tanto com a Lou quanto com o  Will e
 
e esse livro acabou se tornando ainda mais especial para mim no ano passado por conta de alguns motivos pessoais. Will é o tipo de cara que deixa uma marca por onde passa, e caramba que marca permanente deixou em mim.

“É isso. Você está marcada no meu coração, Clark. Desde o dia em que chegou, com suas roupas ridículas, suas piadas ruins e sua total incapacidade de disfarçar o que sente. Você mudou a minha vida muito mais do que esse dinheiro vai mudar a sua.
Não pense muito em mim. Não quero que você fique toda sentimental. Apenas viva bem.
Apenas viva.
Com amor, Will”


Sempre sua Luce – Karolina Ramalho
Esse livro sem sombras de dúvidas é um dos mais importantes dessa lista. Ele foi escrito por uma pessoa extremamente especial e eu acompanhei o desenvolvimento dele do inicio ao fim. O enredo é cheio de reviravoltas e te arranca suspiros e lágrimas até a última página.
“O amor pode te salvar ou te destruir. Mas ele pode, ao mesmo tempo, fazer os dois?”



Quem é você Alasca? – John Green
Esse é o tipo de livro que ou você gosta ou detesta, faço parte do primeiro time. John Green de algum jeito transformou o protagonista em secundário e a personagem secundaria em protagonista.
Acabei esse livro em um dia e meio, e chorei horrores no final. Na verdade tive uma reação histérica e vergonhosa, além de chorar eu ria e alternava entre esses dois estados sem acreditar no que estava lendo. Sou apaixonada por Alasca e ao mesmo tempo certa raiva de algumas das suas ações, o estranho é que também me identifico com ela.

“Passamos a vida inteira no labirinto, perdidos, pensando em como um dia conseguiremos escapar e em como será legal. Imaginar esse futuro é o que nos impulsiona para a frente, mas nunca fazemos nada.
Simplesmente usamos o futuro para escapar do presente.”


Sussurro – Becca Fitzpatrick
 O motivo principal tem nome e sobrenome Patch Cipriano <3 (o maior anjo caído que eu respeito). Faz uns bons quatro anos que li a saga Hush Hush com minha irmã e os livros são especiais justamente por esse motivo, nós duas amamos livros e nos juntávamos para falar sobre Patch e Nora e o que achávamos que ia acontecer nas páginas seguintes.


“Os olhos de Patch eram órbitas negras. Retendo tudo e retornando nada.”






Laços de Vingança – Lynne Graham

Também o li com minha irmã há vários anos atrás, e até hoje falamos do enredo vez ou outra <3.
É um livro bem curtinho e eu o li há alguns anos atrás e significa muito até hoje. Toda vez que tenho uma ressaca literária dou uma olhadinha nas minhas cenas favoritas e melhoro.
É um livro leve, e amorzinho que deveria ter lugar na estante de toda amante de romances.






E são esses meus queridinhos, quais os de vocês? Contem para mim nos comentários.

Beijo galáctico, Tami <3

Oi gente, tudo bom?

De um tempo pra cá ando assistindo a muito mais filmes do que antigamente e quis trazer um pouco disso aqui para o blog. A indicação de hoje é de um dos meus nacionais favoritos.


Diretor(a): Julia Rezende
Elenco: Caio Blat, Leticia Colin, Emílio de Mello, Felipe Camargo, Sylvio Zilber e Silvio Guindane
País de origem: Brasil
Lançamento: 2015
Classificação: 14 anos
Sinopse:

Bruno e Amanda se conhecem durante um voo Rio-São Paulo. Ela é uma publicitária paulista bem sucedida, ele, um promissor artista plástico carioca que está tentando se encontrar.  Os dois vivem um romance a distância cheio de desafios. 




Bruno e Amanda se conhecem durante uma escala de voo e passam a noite juntos, num desses esbarrões da vida. Ela é carioca e leva a vida com calmaria, ela é paulista e está focada em seu novo cargo no trabalho. O velho clichê sobre como os opostos se atraem.
Você provavelmente já deve ter assistido pelo menos meia dúzia de filmes com essa temática, mas esse é de certa forma diferente dos outros.  Certo, o casal briga e separa e existem alguns percursos ao longo do caminho como todo bom filme clichê, mas ainda assim é diferente.

Bruno mora no Rio de janeiro e a Amanda em São Paulo, e só esse fato faria a maior parte das pessoas agir racionalmente e se afastar, não eles. Um dos principais motivos pelo qual sou apaixonada por esse filme é porque ele me mostrou (e me lembrou) que quem quer estar junto da um jeito. Pega ônibus no meio da madrugada, vende o carro para conseguir dinheiro, gasta com plano do celular, faz chamada por skype às 4 da manhã quando sente saudades, demonstra mesmo estando com medo. Semana passada o assisti pela terceira e mais uma vez me peguei torcendo pelos personagens apesar de já saber o final.
Outra coisa que aprendi com Ponte aérea é que não importa o quanto você tente, o quanto você queira ou anseie por algo ou alguém se não for pra ser simplesmente não será. Você pode tapar os ouvidos para isso o quanto quiser, mas no final a vida te mostra de um jeito ou de outro que é impossível ter controle sobre tudo.
Afinal de contas os opostos se atraem, mas os dispostos ficam.

Beijo galáctico, Tami <3.

Oi gente, tudo bom?

Eu estava pensando em filmes adaptados para o cinema, e aproveitando que tenho o dia livre hoje peguei o computador para escrever sobre.

Um dos meus favoritos desde sempre é o Ps. Eu te amo, assisti esse filme tantas vezes que nem posso mais contar. E há alguns meses atrás decidi ler o livro que inspirou a adaptação, sempre soube que depois que um filme vai para o cinema ele dificilmente vai ser exatamente igual ao livro, mas Ps. eu te amo se superou, ele é muito diferente do que a autora escreveu e ainda assim eu continuo amando-o loucamente.



Normalmente se assisti o filme, não consigo ler o livro por causa dos spoliers, mas filme e livro são tão diferentes que conforme eu lia esquecia do filme porque os dois não coincidiam.
Seja como for, PS. eu te amo ainda é um dos meus  favoritos e queridinhos.
E vocês? Tem algum livro/filme favorito? Conta pra mim!

Beijo galáctico, Tami <3